ABREV 7 COLÔNIA

PERDIÇÃO HAITIANA e INGLESA vira

SALVAÇÃO do LATIFUNDIÁRIO BRASILEIRO

A lavoura brasileira, arcaica, com tecnologia neolítica (coivara, a queimada dos indígenas), precisava da saída dos concorrentes do mercado pra prosperar. A independência do Haiti e dos EUA foram uma janela de prosperidade para a cana e o algodão. Restabelecida as produções concorrentes, as produções brasileiras perdiam mercados e lucros. O algodão prosperou no Segundo Reinado, impulsionado pelo colapso da produção norte-americana durante a Guerra da Secessão (1861 a 1865).

PERÍODO JOANINO 

O rei luso Dom Sebastião (1578) pagou com a própria vida (e de alguns milhares de súditos) a sua aventura  marroquina (em Alcacer-Kibir), uma estabanada e desastrada cruzada. Depois de Dom Sebastião, os reis sempre permaneceram na Europa, exceto Dom João de Bragança, que preferiu migrar a cair prisioneiro de franceses em seu próprio país, ou de ingleses, caso optasse por ficar em Lisboa quando do momento da invasão napoleônica (1808). O rei, filho de uma carola enlouquecida (Dona Maria), tido como trapalhão e dublê de rei, cargo que estava reservado ao primogênito de Dona Maria, falecido de varíola. Dom João tinha um jeito experimental e não se comprometia até o último instante. Suas hesitações, tidas como tibiezas, eram uma forma de malandragem, mistura de improviso e sagacidade. O próprio Napoleão confessou: Dom João, que se referia ao imperador francês como se fosse um membro da família, foi a única pessoa que conseguiu enganá-lo.

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